Não começado e inacabado – Parte 1
Agosto 24, 2009
Ela não tinha o tipo de beleza estereotipada da tv. Tinha um tipo de beleza incomum, era simpática e sabia conversar. Ela era o tipo de menina meio-bonita e muito interessante.
Ele, assim como ela, não era inacreditavelmente lindo. Mas era, com certeza, o menino mais doce que ela já conheceu. Ele era o tipo de menino meio-bonito e muito agradável.
Se conheceram meio que por acaso, meio que de brincandeira. Falavam pouco, mas de alguma forma, se entendiam. Ela sentiu que ele seria especial, sem querer saber o porquê, apenas acatou esse sentimento. As coisas não ocorriam de normalmente praquela menina e foi assim também quando o ditado “Sorte no jogo, azar no amor” entrou na vida dela aquela noite. Formaram uma dupla, meio que sem querer e tiveram sorte no jogo e depois, bem mais tarde apareceu também a sorte no amor e a dupla era então um casal.
Mas a menina, mesmo sendo apenas meio-bonita, já havia protagonizado um bom número de casais antes e achava que aquele não passaria do que era: Uma noite. Ela resolveu não alterar sua rotina, seriam amigos e ponto, afinal ele era agradável e ela gostava de novas amizades. Agora ele era o responsável por ela ir dormir tarde. A conversa era boa, eram apenas uma dupla, ou amigos, o fato de terem sido um casal não era mencionado. Ela achou bom ser assim, gostava de ter o coração e a mente desocupados.
Como já havia previsto quando decidiu que não alteraria sua rotina, encontraram-se denovo e meio sem entender, meio sem motivo, as bocas também se encontraram denovo, antes de qualquer palavra. Se olharam, meio confusos e as mãos se procuraram. Ambos sabiam que aquele seria um grande passo, haviam saido do anonimato. Pouco se importaram com isso.
Se encontraram mais vezes, mas sempre “por acaso”, já que o fato de que formavam um casal ainda não era citado. As palavras, quando estavam juntos, continuavam sendo desnecessárias. Os olhos bastavam. E foi com eles que a menina capturou para si, cada sorriso dele. Fazia coleção de fotos imaginárias em sua mente. E sem entender exatamente qual era a necessidade daquilo, abria sua coleção deitada em sua cama e de olhos fechados admirava foto por foto.Ela não tinha o tipo de beleza estereotipada da tv. Tinha um tipo de beleza incomum, era simpática e sabia conversar. Ela era o tipo de menina meio-bonita e muito interessante.
“E a gente vai por aí, se completando assim meio torto mesmo. E Deus escrevendo certo pelas nossas linhas que se não fossem tão tortas, não teriam se cruzado.”
- Tati Bernardi.
Ela não tinha o tipo de beleza estereotipada da tv. Tinha um tipo de beleza incomum, era simpática e sabia conversar. Ela era o tipo de menina meio-bonita e muito interessante.
Ele, assim como ela, não era inacreditavelmente lindo. Mas era, com certeza, o menino mais doce que ela já conheceu. Ele era o tipo de menino meio-bonito e muito agradável.
Se conheceram meio que por acaso, meio que de brincandeira. Falavam pouco, mas de alguma forma, se entendiam. Ela sentiu que ele seria especial, sem querer saber o porquê, apenas acatou esse sentimento. As coisas não ocorriam de normalmente praquela menina e foi assim também quando o ditado “Sorte no jogo, azar no amor” entrou na vida dela aquela noite. Formaram uma dupla, meio que sem querer e tiveram sorte no jogo e depois, bem mais tarde apareceu também a sorte no amor e a dupla era então um casal.
Mas a menina, mesmo sendo apenas meio-bonita, já havia protagonizado um bom número de casais antes e achava que aquele não passaria do que era: Uma noite. Ela resolveu não alterar sua rotina, seriam amigos e ponto, afinal ele era agradável e ela gostava de novas amizades. Agora ele era o responsável por ela ir dormir tarde. A conversa era boa, eram apenas uma dupla, ou amigos, o fato de terem sido um casal não era mencionado. Ela achou bom ser assim, gostava de ter o coração e a mente desocupados.
Como já havia previsto quando decidiu que não alteraria sua rotina, encontraram-se denovo e meio sem entender, meio sem motivo, as bocas também se encontraram denovo, antes de qualquer palavra. Se olharam, meio confusos e as mãos se procuraram. Ambos sabiam que aquele seria um grande passo, haviam saido do anonimato. Pouco se importaram com isso.
Se encontraram mais vezes, mas sempre “por acaso”, já que o fato de que formavam um casal ainda não era citado. As palavras, quando estavam juntos, continuavam sendo desnecessárias. Os olhos bastavam. E foi com eles que a menina capturou para si, cada sorriso dele. Fazia coleção de fotos imaginárias em sua mente. E sem entender exatamente qual era a necessidade daquilo, abria sua coleção deitada em sua cama e de olhos fechados admirava foto por foto.
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